ANÁLISE | Terrence Loves You: O que é feito de um astronauta sem sua base de controle, afinal?

por / quinta-feira, 24 setembro 2015 / Publicado emAnálises, Colunas

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          A vida sombria de uma alma hollywoodiana é posta de tempos em tempos no mundo da música, transmitindo metáforas que brincam com o passado e um presente obscuro cheio de tempestades emocionais dentro de cada um. Terrence Loves You não se distingue nem um pouco disso, sendo uma das músicas mais profundas e emocionais de Lana Del Rey.

            Descrita pela cantora como sua canção preferida do “Honeymoon” por ter um estilo de jazz, ela foi também caracterizada por Lana como uma das músicas mais pessoais presentes no álbum. E antes de prosseguirmos, gostaria de deixar bem claro a concepção entre um artista e seu eu-lírico — nem sempre o que está numa música é necessariamente um momento autobiográfico de seu compositor, mas com uma letra como a que vamos analisar aqui, torna-se quase transparente a relação entre ela e a vida pessoal de Del Rey.

You are what you are
I don’t matter to anyone
But Hollywood legends
Will never grow old
And all of what’s hidden
Well, it will never grow cold

Você é o que você é
Eu não sou importante pra ninguém
Mas as lendas de Hollywood
Nunca irão envelhecer
E tudo o que está escondido
Bem, isso nunca vai ficar velho

            A canção em tons tristes de um jazz lento e abafado — um tanto semelhante à produção musical presente no álbum “Ultraviolence” — começa com um vocal quebradiço que permeia todos os quase cinco minutos de duração, onde temos a declaração de um amor frágil e cheio de falhas, mas ela não se importa; o seu amor é quem ele é, e ela agradece por ele possuir a capacidade de amá-la mesmo quando ninguém se importa com seu verdadeiro eu. Ela é uma lenda de Hollywood, afinal, construiu sua fama, tem seu legado e todos terão interesse pela persona que ela criou — mas o homem, seu homem a quem ela dedica essa canção se apaixonou por ela bem antes disso, e ela supera todos os defeitos que ele possa ter porque ele foi capaz de amá-la assim.

            E então chegamos ao refrão e descobrimos que ela sofre de um coração extremamente partido, e é um daqueles tipos de amor que, quando acaba, você simplesmente perde o chão, suas forças e até mesmo o seu próprio eu.

But I lost myself when I lost you
And I still got jazz when I’ve got those blues
And I lost myself when I lost you
And I still get trashed, darling
When I hear your tunes

Mas eu me perdi quando perdi você
E eu ainda sinto o jazz [energia] quando sinto aquele blues [tristeza] E eu me perdi quando perdi você
E eu ainda fico intoxicada, querido
Quando ouço suas músicas

            Aparentemente esse foi um relacionamento que durou bastante tempo e, por isso, causou tanto impacto em sua vida — mas mesmo apesar da tristeza (o blues), ela ainda sente a energia e aquela sensação boa de ter sido amada sempre que se lembra dele. E é claro que, com o verso when I hear your tunes” (quando eu ouço suas canções) podemos identificar que Del Rey muito provavelmente fala de seu ex-namorado de anos, o cantor Barrie O’Neill. Como é uma das músicas mais pessoais e autobiográficas da cantora, nós somos convidados a mergulhar na tristeza que ela sentiu quando eles terminaram o relacionamento — precisamente em junho de 2014, depois de terem ficado noivos no período de lançamento do “Ultraviolence”. E nós também sabemos que Lana começou a compor as músicas de “Honeymoon” nesse mesmo período.

            Então, na terceira estrofe da música, ela diz For when you are crazy / I’ll let you be bad / I’ll never dare change thee to what you are not” (Quando você estiver louco / Eu vou deixá-lo ser mau / Eu jamais ousarei mudá-lo pelo que você não é), dizendo que apesar de todas essas falhas — e desse ser um relacionamento nada saudável — ela não ousava mudá-lo pelo que ele não era. Ele foi capaz de amá-la em seu pior, então ela sentia que também deveria amá-lo e ignorar todos os obstáculos.

I put the radio on, hold you tight in my mind
Isn’t strange that you’re not here with me?
I’m putting all the lights on in the television
Trying to transmit, can you hear me?

Eu ligo o rádio, te abraço forte em minha mente
Não é estranho você não estar aqui comigo?
Estou acendendo todas as luzes na televisão
Tentando transmitir, você pode me ouvir?

            No entanto, ela retorna ao presente e sente o quanto ele faz falta. Por algum motivo, a relação chegou ao fim e quase podemos sentir que foi um consenso, que aquele relacionamento terminou pelo bem de ambos — mas, mesmo assim, ela sente sua falta e não consegue se acostumar a fazer sozinha todas as coisas que costumava fazer com ele. Mas seu amor é famoso também, e ela supre a necessidade dele quando liga o rádio e escuta sua voz ou quando liga a TV e pode ver seu rosto; e ele faz exatamente o mesmo. Seu amor mata um pouco da saudade quando liga qualquer meio possível de comunicação para ouvi-la, e ela pergunta: “você pode me ouvir”? Você ainda a ouve? Você ainda liga o rádio quando sente a falta dela? Você ainda sente a falta dela?

            E então chegamos à parte da música em que ela se perde totalmente no espaço, o momento em que ela perde qualquer noção de espaço e tempo.

Ground control to Major Tom
Can you hear me all night long?
Ground control to Major Tom

Base de controle para Major Tom
Você pode me ouvir ao longo da noite?
Base de controle para Major Tom

            Ele era louco, afinal, ele era insano e o fato de orbitar em volta dela, largeo fato de ela ser sua base de controle, era o que o mantinha são na Terra. Ele se desvencilhou totalmente, mas ela ainda chama por seu Major Tom: “Você ainda me ouve? Você ainda ouve minhas músicas ao longo da noite? Você ainda pensa em mim?”. Mas não há resposta alguma, o contato se perdeu totalmente. “I lost myself and I lost you too…” No final das contas, ela se perdeu e o perdeu também.

            Major Tom, aliás, é um personagem presente na música Space Oddity, de David Bowie. Ele foi um astronauta enviado em uma missão, mas que acabou perdendo contato com a base de controle — e a última frase que ele consegue enviar antes de sair de órbita e vagar pelo espaço é: “Tell my wife I love her very much” (Diga a minha esposa que eu a amo muito), e a última resposta da base é: She knows” (Ela sabe).

            Anos depois, Bowie resolveu contar novamente a história do Major, mas de uma perspectiva diferente na música Ashes to Ashes — ele revela que, na verdade, Major Tom era um viciado em drogas que perdeu tudo o que tinha porque ele amava mais a sensação de estar fora de órbita do que no mundo real.

Ashes to ashes, funk to funky
We know Major Tom’s a junkie
Strung out in heaven’s high
Hitting an all-time low

Do pó ao pó, depressivo
Nós sabemos que Major Tom é um drogado
Viciado na estratosfera
Na pior fase de sua vida

Todos sabem que o personagem também é um dos alter-egos do cantor, contando que o sucesso dos anos 70 o fez se afogar nas drogas e no fracasso por não suportar o que era de verdade, por isso ele criou Major Tom, para contar sua própria experiência com outras palavras. Elton John, inclusive, em sua música Rocket Man, faz referência ao personagem, dizendo que ele é um homem do espaço que prefere o efeito das drogas ao fatigante mundo real de Marte – de Los Angeles.

            E lembra-se do cunho autobiográfico de Terrence Loves You? Nós sabemos que muito provavelmente ela foi escrita para o Barrie O’Neill em “Honeymoon” assim como Lana escreveu Shades of Cool no “Ultraviolence”, também sobre o cantor, conforme ela revelou em entrevista no período de lançamento do álbum. Alguém aqui se lembra das descrições do homem em Shades of Cool?

My baby lives in shades of blue
Blue eyes and jazz and attitude
He lives in California too

He lives for love, he loves his drugs
He loves his baby too
But I can’t fix him
Can’t make him better
And I can’t do nothing
About his strange weather

Neglectful lover
You’re crumbling, sadly
You’re sadly crumbling

Meu amor vive em tons de tristeza
Olhos azuis e jazz e atitude
Ele vive na Califórnia também

Ele vive para amar, ele ama suas drogas
Ele ama sua garota também
Mas eu não posso consertá-lo
Não posso deixá-lo melhor
E eu não posso fazer nada
Sobre seu estranho temperamento

Amor negligente
Você está desmoronando, tristemente
Você está tristemente desmoronando

            E não vamos esquecer também de Is This Happiness, faixa bônus do “Ultraviolence” e que parece definir o mesmo relacionamento…

High up in the Hollywood hills
Taking violet pills
Writing all of my songs
About my cheap thrills
You’re a hard man to love

You like to rage, don’t do that
You want your way
You make me so mad
Got your gun, I’ve got my dad

High up in the Hollywood hills
Crushing violet pills
You’ve been trying to write a novel
About your cheap thrills

I think you’re fucking crazy as the day’s long
Man to man, heart to heart
I love you but you drive me so far
Wish you well on that star

Lá em Hollywood Hills
Tomando comprimidos violeta
Escrevendo minhas canções
Sobre minhas emoções baratas
Você é um homem difícil de amar

Você gosta de ficar furioso, não faça isso
Você quer do seu jeito
Você me deixa tão brava
Você tem sua arma, eu tenho meu pai

Lá em Hollywood Hills
Esmagando comprimidos violeta
Você tem tentado escrever um livro
Sobre suas emoções baratas

Eu acho que você é louco ao longo do dia
De homem pra homem, coração pra coração
Eu te amo, mas você me enlouquece
Desejo tudo de bom a você

            Nós sabemos que Lana Del Rey morou em Hollywood Hills em seus primeiros anos em LA, quando namorava o Barrie — e lá estão novamente as drogas, os comprimidos violeta, os tons de tristeza, os tons azuis, os tons das drogas dele… Aliás, as protein pills” (pílulas de proteína) de Space Oddity. Em Shades of Cool e Is This Happiness somos apresentados a esse amor tão complicado em uma terra mais complicada ainda. A fama, dois músicos, as drogas… O forte temperamento dele que a deixava louca… A fúria quando ele se enlouquecia…

            É claro que tudo isso não podemos afirmar, sabemos pouquíssimo a respeito de O’Neill e devemos respeitar sua privacidade, mas é quase incontestável a semelhança dessa espécie de trilogia que começa com a narração desse amor complicado em Shades of Cool, prossegue quase insuportável e chega ao fim em Is This Happiness, e então é relembrado e é descrita a sua falta em Terrence Loves You.

            Quem seria Terrence, aliás? Muitos dizem que se refere ao meio-irmão de David Bowie, quem supostamente o teria inserido ao jazz e que sofria de esquizofrenia antes de terminar com a própria vida em um triste suicídio. Terrence, no entanto, parece mais alguém íntimo… Alguém que talvez só Barrie e Lana conheçam… Um nome fictício que eles gostassem de usar, talvez — o simbolismo daquele amor.

            Mas agora só restam as lembranças, a sensação de um amor complicado e cheio de significados que, quando terminou, abalou ambos profundamente. O que é feito de um astronauta sem sua base de controle, afinal? O Major Tom se perdeu no espaço e o que o ligava a Terra continua falando sobre ele, decifrando-o em suas músicas. Só o que resta a ela agora é ouvir as antigas canções dele e ainda se sentir intoxicada por todos os sentimentos que elas trazem.

Por Raphaella Paiva

Raphaella Paiva
Escorpiana, 20 anos. Estudante de Letras - Português pela Universidade Federal de Goiás, escritora em pré-contrato e uma beatnik nascida na época errada. Descobriu Lana Del Rey em 2011 quando Video Games roubou seu coração, tornando-se uma tradutora, redatora e colunista que adora um teste do sofá no Addiction. Cinéfila que também ama jazz e blues, Pink Floyd, Arctic Monkeys, Kristen Stewart, Marilyn Monroe e qualquer coisa escrita ou filmada por Woody Allen.
  • Valentina Berbet

    Nunca li tanta merda de uma só vez. O começo até que é promissor, mas bastou citar Barrie pra que eu parasse de prestar atenção. Minha filha, vamos acordar. Não é porque você sente falta do casal que essa música é sobre ele. Acorda! Isso claramente não é sobre ele, de forma alguma. Sem falar na sua pontuação péssima, claro, que tornou o texto ainda mais risível. Análise? Isso não passa de uma interpretação errônea de uma fanzoca que “shippa Barrie e Lana s2”. Aprenda a ter cunho jornalístico ao invés de propagar bobagens como essa. Quem foi que te colocou como redatora aqui? Ave Maria.

    • Clara Gurgel

      Calma, Valentina! Eu também não concordo em a música ser sobre o Barrie, mas também não precisa xingar a redatora. Só porque você não gostou dessa análise, não quer dizer que as outras são ruins.

    • David R. Jorge

      Você está viajando? A análise ta perfeita e como é a Lana sempre cada pessoa terá uma interpretação diferente. Você foi muito bruta, espero que saiba tratar as pessoas bem. E a Raphaella é dona do Addction, tradutora, faz ótimas análises, enfim a mulher é ótima. E por que você não faz uma análise ao invés de ser ignorante e bruta? Me poupe!

      • Raphaella Paiva

        Obrigada pelo carinho, meu amor.

    • Raphaella Paiva

      Eita, amor, pra quê tanta raiva? Nem time Barrie eu sou, amor! Hahahahaha’ Abre teu olho e leia você as coisas com cunho jornalístico, isso aqui é INTERPRETAÇÃO, não CNN. E, outra, sendo fã do Barrie ou não, vamos abrir os olhos para os fatos, ler mais entrevistas da Lana ao invés de sair fazendo textão ignorante na internet. Humildade é sempre bom também, tá? Se cuida, porque você tá precisando.
      Beijos.
      PS.: Sou uma das redatoras e colunistas principais do Addiction há 2 anos. Novamente, humildade é bom e faz bem.

      • Valentina Berbet

        Amiga, será FATO quando ela afirmar que é sobre o Barrie, assim como fez em Shades of Cool. “Terrence Loves You” é, notadamente, sobre o grande amor da vida dela, sobre o qual ela já falou inúmeras vezes. E esse não é Barrie. Ela nunca se referiu a ele pelo nome ou deu maiores informações do que “ele fazia coisas ilegais, eu o amava muito”… Mas, visto que a maioria esmagadora das letras é sobre ele, o rapaz incógnita, e que “Terrence Loves You” fala sobre um amor que transcende tempo e circunstâncias, Barrie sai completamente do circuito.
        Você está no lugar errado, dizendo coisas erradas. Melhore.

        • Raphaella Paiva

          Nossa, você é muito obtusa mesmo. Em que momento eu falei que era um FATO? E, outra, a Lana não precisa falar sobre uma única pessoa a vida toda, melhore você. Se ela quiser cantar sobre a almofada da sala dela, ela canta. Dê-se o trabalho em ler algo por completo antes de sair criando opiniões pré-formadas, vamos ter mais humildade e respeitar o próximo. Mas se gosta tanto assim de fatos, não sei o que tá fazendo ao perder tempo lendo uma análise, então… Que tal ler O Capital? É ótimo, por sinal, indico muitíssimo.

          • Valentina Berbet

            Ora, meu amor. Quem mesmo disse isso foi você. Vamos recapitular? “E, outra, sendo fã do Barrie ou não, vamos abrir os olhos para os fatos?(…)”. Viu só? Você assumiu isso como um fato quando, na verdade, nunca foi.
            E realmente, ela pode escrever sobre o que quiser. Faz parte da liberdade do artista. Mas, como já foi dito por ela inúmeras e inúmeras vezes (inclusive em várias entrevistas que você enche a boca pra falar que leu), ela diz escrever, sim, sobre a mesma pessoa e sobre coisas que aconteceram verdadeiramente em sua vida. Logo, ao invés de usar seus achismos pra propagar coisas que não são reais para os fãs, melhore! Melhore e se liberte do “Team Barrie” ao escrever “matérias” apenas pra satisfazer seus desejos egoístas de uma fã que não aceita o fim do relacionamento dos dois e procura pelo em ovo pra encher algumas linhas e publicar algo que chama de “análise” .

          • Raphaella Paiva

            Minha inconsequência… aiaiai, tenho pena já. Mas primeiro, isso não é uma MATÉRIA e sim uma COLUNA. Okay? Okay. E segundo, vamos parafrasear, vamos? “É claro que tudo isso NÃO PODEMOS AFIRMAR, sabemos pouquíssimo a respeito de O’Neill e devemos respeitar sua privacidade, mas é QUASE incontestável a semelhança”. Bem, acho que pelo menos português você sabe.
            Passar bem.

          • Valentina Berbet

            “I once had a boyfriend who talked about all the reasons why he loved flags, rock and roll and America. I didn’t know much about all of that, but I did love him and I wanted to be just like him. So everything in the videos – the Vegas pyramid, the bride’s smile, the groom motioning cheers – they’re all different expressions of the happiness I had when I loved a man who loved me and America.”
            Essa é uma entrevista da época de Lizzy Grant ainda. Fica ainda mais claro que todo o conceito de arte por trás dos vídeos, seu patriotismo, a onipresença da bandeira americana em suas letras e clipes provém dessa mesma pessoa. Ainda numa outra entrevista, ela fala como ele amava heavy metal e punk e a ensinou a gostar disso também. Essas alusões estão presentes em praticamente todas as músicas dela. E sim, acredito que ela tenha amado o Barrie, assim como ama o Francesco e os outros à sua maneira, mas, o amor ao qual ela se refere em Terrence Loves You e Honeymoon é um só.
            O porquê dela não dizer nomes ou falar abertamente sobre tal coisa nos já sabemos. Além de ser uma história com muita dor e particular, chocaria muita gente. Ela já recebeu tantas críticas, atravessou fases realmente tão tumultuosas em sua carreira, que não poderia expor algo que atrairia tantas críticas. Imagina só se ela dissesse: “Okay, gente. Vou revelar a vocês que meu ex namorado, o grande amor da minha vida, era drogado, traficava, cometeu um crime e foi preso. Apesar de tudo, ela era uma pessoa boa e me fazia feliz. Não há motivo pra pânico.” Ela seria completamente bombardeada de críticas, e logo agora que conseguiu uma carreira estável e respeito dos críticos. Por isso não me impressiona que seja algo tão misterioso, sem nomes ou maiores detalhes revelados.
            Mas acho definitivamente que esse tipo de informação deve ser levado em conta ao se analisar uma música.

          • Raphaella Paiva

            Bem, já que você é o saber supremo, quem sou eu para contestar, não é mesmo? Fique aí com suas teorias sobre K e/ou Jim (que, por sinal, respeito e tenho minhas teorias, assim como você, até porque sou fã de Del Rey também). Aliás, sinta-se à vontade para escrever suas próprias análises já que repudia tanto a de outras pessoas. Apenas lembre-se em abrir a mente de vez em quando, isso, é claro, se eu não estiver a ofendendo com minha opinião.
            Boa noite.

          • Raphaella Paiva

            E, baby, não sou Team Barrie, como já disse, mas parece que sua capacidade é limitada. E outra, eu já vi essa entrevista de 2012 para o My Space onde ela diz essa frase, na verdade creio que eu mesma a traduzi. Mas, né? Fique aí na tua e, só uma dica: quando for criticar alguém, certifique-se de consultar o dicionário da educação e da humildade, a não ser que você seja uma neandertal que não teve ensinamentos, o que eu duvido já que você escreve bem e parece ter uma argumentação clara e consistente em seu português rico. Eu não saio inventando colunas, elas são frutos de pesquisa, leitura e referências… Não leve as coisas tão ao pé da letra assim. Eu gostaria muito de poder respeitar você e sua constante insistência, mas não posso fazer mais que isso quando você não me oferece o mesmo.
            Obrigada por tirar seu tempo, no entanto.

          • Valentina Berbet

            Viu só até onde leva a sua inconsequência? Já tem gente se referindo à Black Beauty, uma canção que claramente faz referência à depressão do ex-namorado que supostamente se suicidou na prisão, como sendo pro Barrie. Daqui a pouco aparece gente dizendo que “A Star for Nick” também é sobre ele. Matérias mais elucidadas, por favor. O fanbase merece.

    • http://ldra.com.br/ Mateus

      Valentina, não dá nem pra levar sua opinião em conta quando você já começa a mostrar sua opinião de uma forma tão baixa. Tenha mais humildade, amor. Melhore

  • Clara Gurgel

    Shades of Cool sobre o Barrie? “Blue eyes, jazz and attitude”, o Barrie não tem olhos castanhos? Falando nele, alguém saba por que os dois terminaram? Eu tenho a leve impressão de que ele e Lana viviam num relacionamento aberto, porque quase nunca ela tava com ele, pelo menos é isso que dá pra concluir,
    Já que existem tão poucas fotos dela com ele. E o Francesco, hein? Tá na cara que a relação dos dois é mais um companheirismo do que amor. Fala sério, a Lana nem menciona ele, nem compõe nada sobre ele. Às vezes eu não entendo os relacionamentos que a Lana teve/tem. É tudo muito confuso, assim como a cabecinha dela, rsrs.

  • Clara Gurgel

    Shades of Cool sobre o Barrie? “Blue eyes, jazz and attitude”, o Barrie não tem olhos castanhos? Falando nele, alguém sabe por que os dois terminaram? Eu tenho a leve impressão de que eles viviam num relacionamento aberto, porque quase nunca ela tava com ele, pelo menos é isso que se dá pra concluir, já que existem tão poucas fotos dela com ele. E o Francesco, hein? Tá na cara que a relação dos dois é mais um companheirismo do que amor. Fala sério, a Lana nem menciona ele nas entrevistas, não compõe nada sobre ele, nem nada. Não me levam a mal, mas pra mim ela só tá com ele pra não ficar sozinha. Às vezes eu não entendo os relacionamentos que a Lana teve/tem, é tudo muito confuso, assim como a cabecinha dela, né, rsrs.

  • Clara Gurgel

    Shades of Cool sobre o Barrie? “Blue eyes, jazz and attitude”, o Barrie não tem olhos castanhos? Falando nele, alguém sabe por que os dois terminaram? Eu tenho a leve impressão de que eles viviam num relacionamento aberto, porque quase nunca ela tava com ele pelo menos é o que a quantidade de fotos dos dois juntos sugere, pois são muito poucas. E o Francesco, hein? Tá na cara que a relação dos dois é mais um companheirismo do que amor. Fala sério, a Lana nem menciona ele nas entrevistas, não compõe nada sobre ele nem nada. Não me levem a mal, mas pra mim ela só tá com ele pra não ficar sozinha. Às vezes eu não entendo os relacionamentos que a Lana teve/tem, é tudo muito confuso.

    • Raphaella Paiva

      Sobre o Barrie, o término e o fato de Shades of Cool ser sobre ele, basta ler a entrevista concedida a Fashion Magazine em 2014, a própria Lana falou sobre isso. Fico realmente chateada quando o pessoal acha que saio inventando tudo. Isso aqui é fruto de pesquisa, gente, mas isso não necessariamente é pra você, ok? Obrigada por comentar.

      • Clara Gurgel

        De nada. Em relação a entrevista pra Fashion Magazine, eu não a li, então desculpe qualquer coisa.

    • Oliver Devacelli

      Eu acho que as músicas do Honeymoon começaram a ser escritas antes do relacionamento deles (Com o Francesco). Já que ela já estava compondo após terminar de compor o Ultraviolence, se levarmos em conta o tempo do processo todo de gravação até o lançamento/divulgação…

  • David R. Jorge

    Raphaella, parabéns, ficou linda!

  • Giovanni

    Linda análise, Rapha sempre lacrando na interpretação!!!

  • Victor

    Cada vez mais admiro o seu trabalho e suas analises Raphaela Paiva , é de uma sensibilidade e de uma interpretação incrível que poucos tem, voce descreveu tudo e mais um pouco sobre o que eu acho a respeito da musica. Ansioso pelas próximas. Parabéns!.

  • Igor Santos

    Gente, o Francesco ouve as músicas dela (e interpreta)?

    • João Vianini

      Bom, depois dessa entrevista que saiu na Billboard, acho que sim…

  • Oliver Devacelli

    Ótima interpretação! É assim que penso também, as letras de Shades e Terrence são realmente “conectadas”. Aliás, é meio na cara que Terrence Loves You se refere ao Barrie. Raphaella tem um fã aqui <3 seus textos são lindos!

  • Yuri Santos

    Rapha sempre deixando a canção muito mais refinada. Adorei a análise!

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