AZ Central: 3 razões para ver Lana Del Rey no dia 14 de Maio

por / quarta-feira, 13 maio 2015 / Publicado emNotícias

Aftonbladet

O site do AZ Central, jornal do estado do Arizona, listou 3 motivos paras ir ao show da Endless Summer Tour que acontece amanhã (14) no Ak-Chin Pavilion, na cidade de Phoenix.

Confiram a tradução do artigo


3 razões para ver Lana Del Rey no dia 14 de Maio

Lana Del Rey chegou à fama com a força de um vídeo viral auto-dirigido para uma balada agridoce chamada “Video Games“. Publicado em Outubro de 2011, esse clipe foi visto mais de 82 milhões de vezes. E esse foi só o primeiro passo dela.

Quinta-feira, Del Rey é a atração principal do Ak-Chin Pavilion em Phoenix em apoio ao disco “Ultraviolence“, que liderou as paradas de álbuns da Billboard no verão passado. Aqui estão três razões para ir.

  1. Sua identidade musical é diferente de qualquer outra de popstars com discos de platina de sua geração. E sua persona é tão distinta quanto. É como se ela saísse de uma música de Leonard Cohen convencida de que o que este mundo realmente precisava era de uma nova Brigitte Bardot. Ou foi mais como se ela tivesse saído de uma música de Serge Gainsbourg usando botas de Nancy Sinatra? Ela fez um cover de “Chelsea Hotel No. 2” e “Blue Velvet” de Cohen, algo feito por todos indo de Bobby Vinton a Clover, mas soa mais como se as músicas fossem escritas para Del Rey. E “Summertime Sadness”, um sucesso platinado, que a levou para o Top 10 na Billboard Hot 100, nasceu para ser realizado ao ar livre em maio (embora ela não o tenha feito da última vez que esteve aqui).
  2. Falando da última vez em que ela esteve aqui, sua apresentação no Comerica Theatre inspirou essas palavras de louvor do azcentral.com: “Del Rey é uma presença que comanda o palco cujo personalidade desapegada definitivamente combina com a música, frequentemente um hipnotizante estilo dirigido ao rock, as músicas ocasionalmente se constroem para um febril, barulhento clímax… Foi mais um show de rock do que sua reputação mainstream sugere – nenhuma troca de figurino ou espetáculo, apenas música sem muito polimento, seus vídeos tocando atrás dela enquanto cantava”.
  3. Ela está trazendo Courtney Love — sim, Courtney Love, presença icônica dos anos 90 e da música alternativa assim como qualquer um seria ao lado de Kurt Cobain, seu último marido, cujo corpo foi encontrado quatro dias antes do lançamento do [álbum] “Live Through This“. Uma explosão catártica de indignação, ódio, desilusão e o desejo em ser uma garota que consegue tudo o que quer. “Live Through This” dá a sensação de ser tão real quanto deveria, ou “além do fingimento” — hoje, como nunca antes, da dor melancólica e do clímax do grito primal da “Doll Parts” para a zombeteira e sarcástica “Miss World”. E “Celebrity Skin” não foi tão ruim como os haters fizeram parecer, apesar do som seco e da nova imagem de modelo Versace.

 

Por Ed Masley
Tradução por Lucas Pagnozzi e Mateus Santana

 

Redação LDRA
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