‘Eu amo fazer música. Eu nunca penso sobre o resto’, leia a tradução da matéria feita pela Vanity Fair

por / sábado, 15 dezembro 2012 / Publicado emEntrevistas

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Donzela de strass

 

Faz um ano e meio desde que a não conhecida cantora Lana Del Rey eclodiu totalmente da incubadora do pop, como uma “Nancy Sinatra gangster”, como ela disse uma vez. Suas músicas evocam um aspecto fantasmagórico, com vários ecos de saudade e corações partidos; estilisticamente, a apresentação de imagens retrô-noir desafia qualquer tipo de interpretação absoluta. Mesmo antes do lançamento do seu álbum de estreia, em janeiro de 2012, Born to Die – sendo relançado esse mês com oito músicas novas com o nome de “The Paradise Edition” e incluindo o single, com produção de Rick Roben, Ride – os críticos já analisavam sua personalidade. “Metade verdadeira, metade falsa”, foi o julgamento, mas não uma confecção do pop. “Eu tenho feito o que eu faço por um bom tempo” Del Rey, antes Lizzy Grant, diz. “Tenho uma vida. Não preciso criar uma pessoa para sobreviver.” Antes de se tornar Lana Del Rey, a cantora nascida em Lake Placid, Nova Iorque, procurou uma maneira de contar sua história. “Eu queria ser uma escritora, estar envolvida, mas eu não sabia como.” ela diz. “Estava procurando respostas.” Muitos de seus primeiros patrocinadores em Nova Iorque eram da indústria da moda, e Lizzy se transformou em Lana. “Estilo nunca foi meu ponto forte.” ela diz, mas agora ela está sentido o impacto. Em alguns concertos recentes o palco estava enfeitado como uma florestal tropical – “O Jardim do Éden transformado no Jardim do Mal.”- e fãs chegaram a usar tiaras de strass e guirlandas florais como Del Rey usa. “Não foi uma coisa que me propus a criar.” diz ela. “Pessoalmente, guardo coisas bem simples. Eu amo fazer música. Eu nunca penso sobre o resto.”

 

Por Edward Helmore
Traduzido por Hallem Anderson

 

Veja em nossa galeria fotos de Azzedine Alaia para a revista:


Redação LDRA
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